Encontrar
Sentar perto, escutar quem faz e deixar que uma conversa mude a forma de olhar.
JAPAN · SIGNATURE EXPERIENCEEntre a precisão de Tokyo, a quietude do Fuji e os gestos de Osaka e Kyoto, uma viagem conduzida por quem acredita que conhecer um lugar começa por encontrar as suas pessoas.
by World Cooking ExperienceEva Bronzini · Pexels
A experiência · setembro 2027
A gastronomia é o fio condutor. Por ela, chegamos às pessoas, aos bairros, à paisagem e aos ofícios que dão forma ao Japão.
A próxima edição nasce da leitura construída para 2026. O seu arco aproxima cidade e território, tradição e contemporaneidade, silêncio e intensidade. A programação específica de 2027 será apresentada pela curadoria.
Relações que dão sentido à viagem · Acervo WCEA minha leitura · Victor Barros
“Não quero que você visite o Japão. Quero que você se sente à mesa com ele.”
É isso que eu preparo: uma relação. Com a mesa, com o gesto de quem cozinha, com a matéria que vem da terra e do mar, com o tempo que cada momento pede.
Alguns encontros pedem hora marcada. Outros pedem uma pausa, uma caminhada, uma escolha sua. Reservo os dois com o mesmo cuidado.
Ler a carta da curadoria ↗SIGNATURE EXPERIENCE
A assinatura está na forma como a jornada é concebida e acompanhada. Victor conduz o grupo e aproxima cada encontro do sentido do percurso.
Sentar perto, escutar quem faz e deixar que uma conversa mude a forma de olhar.
Ligar o prato à origem, o gesto à transmissão e a casa ao território.
Proteger as pausas e a liberdade de escolher. A atenção também precisa de espaço.
Quatro territórios · uma narrativa
Cada território prepara o seguinte. O movimento final devolve tudo à memória — às pessoas com quem nos sentamos e ao que passamos a perceber.

Floresta e cruzamento, cozinha e design, memória e cidade contemporânea. Tokyo oferece os contrastes com que começamos a ler o Japão.
Ver o percurso ↗
A cidade cede lugar ao território. O vinho aproxima a origem; a montanha e a floresta convidam a permanecer. Há lugares que pedem tempo.
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Água, maturação, balcão e rua. Osaka devolve intensidade à viagem e aproxima o grupo de uma cidade que faz da mesa uma forma de convivência.
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Matéria, gesto e hospitalidade. Kyoto introduz uma atenção diferente: olhar de perto para aquilo que se transmite, se transforma e permanece.
Ver o percurso ↗A mesa como linguagem
Balcão, caldo, vinho, chá, cerâmica, rua. A mesa muda de escala e de linguagem ao longo do caminho.


O que se herda e o que se inventa. O tempo longo e o impulso. O que a estação dá e o que a mesa faz com isso.
Uma mesma conversa, em registros diferentes.O percurso · edição 2027
Este é o arco editorial proposto para a próxima edição. A sequência de atividades, as casas e as condições de participação serão detalhadas na apresentação de 2027.
Chegar sem pressa. O acolhimento e a partida recebem orientação própria, de acordo com a viagem de cada participante.
Chegar à cidade, encontrar o grupo e reconhecer a mesa como ponto de partida.
Bairros, sabores e ofícios aproximam o Japão de ontem da cidade de hoje.
Paisagem urbana, transmissão e cozinha ampliam o vocabulário da jornada.
Ginza abre espaço para arquitetura, matéria e escolhas no próprio ritmo.
Vinho e território marcam a passagem da cidade para outra escala de hospitalidade.
Permanecer, partir e chegar: o deslocamento também faz parte da experiência.
A origem e a transformação dos sabores conduzem um novo capítulo.
Cozinha, rua e sociabilidade urbana convivem com tempo para escolher.
Cultura, gesto e materialidade aproximam outras formas de receber e de permanecer.
O encerramento devolve a viagem às pessoas e às relações construídas pelo caminho.
Liberdade com curadoria
Escolher, caminhar e descansar pertencem à experiência. A curadoria prepara referências e possibilidades para que cada pessoa encontre o próprio ritmo.
NihonbashiUma vizinhança para chegar.
GinzaUma tarde para descobrir.
OsakaUma noite como possibilidade.

As casas da jornada
Uma casa ajuda a chegar. Outra muda a escala do tempo. A terceira devolve possibilidades. Essa é a leitura de hospitalidade que orienta o desenho da próxima edição.

Reconhecer a vizinhança, regressar entre encontros e fazer da cidade um lugar familiar.

Permanecer perto da floresta, desacelerar e permitir que a paisagem participe do descanso.

Uma base para os movimentos finais, para a convivência e para escolher voltar a sair.
Na construção de 2026: Mandarin Oriental, Tokyo · FUFU Kawaguchiko · Four Seasons Hotel Osaka. A seleção de 2027 será confirmada na apresentação da edição. As imagens acima apresentam os territórios.
WCE CARE
Pausas e transições recebem a mesma atenção das mesas.
Acompanhamento em português e orientação antes de cada experiência.
Necessidades e restrições alimentares são avaliadas junto às casas, experiência a experiência.
BY WORLD COOKING EXPERIENCE
JAPÃO · EDIÇÃO Nº 01
A viagem começa na leitura
A Kizuna aproxima pessoas, ofícios, cultura e hospitalidade. Uma publicação para viajar antes da partida e revisitar depois, quando certos gestos já tiverem outro significado.
Conheça a revista e consulte na Minha WCE as publicações associadas ao seu acesso.
Conhecer a Kizuna ↗Entrar na Minha WCE ↗Área do viajante
Booklet, informações e publicações da sua edição, reunidos no portal do cliente. Quem viaja em 2026 continua a encontrar ali o seu percurso.
Antes da conversa
O acompanhamento da jornada é em português. A WCE organiza a mediação dos encontros que a exigem.
A leitura e os territórios dão continuidade à experiência. As atividades, os anfitriões e as hospedagens de cada edição são definidos na sua apresentação específica.
Converse com a curadoria para receber a proposta de 2027, com hospedagem, inclusões, investimento e condições de participação.
Cada necessidade é avaliada individualmente com as casas. Informe-a na conversa com a WCE antes de decidir pela participação.
Acesse a Área do viajante no menu. Ela leva à Minha WCE, onde os conteúdos são organizados de acordo com a sua participação.
O próximo encontro · 2027
21 a 30 de setembro de 2027
Tokyo · Yamanashi & Fuji · Osaka · Kyoto